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【Manter o equilíbrio energético - Parte I: Universo】
O equilíbrio energético é um conceito diferente. Primeiro, entendamos o que é equilíbrio: segundo o Dicionário Xinhua, "equilíbrio" define-se como: 1. Estado em que as forças atuantes sobre um corpo ou sistema se igualam, mantendo-o estável. 2. Igualdade ou compensação mútua entre duas partes em quantidade, qualidade ou força. 3. Estado de harmonia e coordenação. Em uma interpretação mais profunda, quando um sistema tende a sofrer alguma mudança ou instabilidade, há outra alteração que mantém a estabilidade do sistema, sendo a energia um fator crucial nesse processo. Outras definições: equilíbrio refere-se a um estado estável, dinâmico ou estático, resultante da interação interna de um sistema ou entre o sistema e seu ambiente – na química, há complementaridade heterogênea; na física, homogeneidade. Aqui, a energia não é apenas uma grandeza, mas pode assumir diferentes formas, como as forças: gravitacional, eletromagnética, nuclear forte e nuclear fraca; várias formas de energia mantêm o equilíbrio de um sistema. Em suma, trata-se de "manter o equilíbrio energético". Mas o universo não é um único sistema – macro e micro, mundo e todas as coisas, sistemas complexos interligados. Como diz a filosofia chinesa: no Yin há Yang, no Yang há Yin; todos os sistemas do universo estão em constante movimento, e com a ação da matéria escura e da energia escura, nada é eternamente imutável. A própria teoria do Yin-Yang já é difícil de explicar em poucas palavras; basta que ela possa explicar o nosso mundo e manter seu equilíbrio.
Vamos apertar os cintos de segurança e partir.
Segundo a visão predominante, nosso universo nasceu há 13,8 bilhões de anos com o Big Bang; antes disso, era apenas um colapso, uma singularidade infinitamente pequena e infinitamente densa.
O cenário antes do Big Bang: a dança da energia do "nada" ao "ser"!
A moderna teoria quântica de campos considera que, antes do Big Bang, o universo não era um "nada" absoluto, mas sim um vácuo quântico – um estado de energia mínima, porém com flutuações intensas. Pares de partículas virtuais (como elétrons e pósitrons) surgem continuamente no vácuo, utilizando energia
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